16 outubro 2012

A vitima



A brisa carrega o peso da culpa
A culpa que ninguém suspeita
O sorriso que esconde os erros
É o mesmo que trava a alegria

A melodia inacabada
Que seria uma homenagem
Um único sopro de vida
E o congestionamento universal

As compras ainda em cima da mesa
Deixam tudo aparentemente normal
Se as árvores estivessem em outro lugar
Talvez fosse sinônimo de vida
Entretanto é igual à culpa, erro e remorso.

A chuva é as lagrimas dos anjos
O vento é a brincadeira de cola cola da culpa e da inocência.
E eu só queria ser a vitima.

Anhy Menires


2 comentários:

  1. Gostei do novo visual do seu blog e do seu texto também. É forte, intenso!
    E quem não quer ser uma vítima, não é? Seria tudo tão fácil.
    Um abraço! Parabéns!!

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  2. Lindo poema!!! Any parabéns! nos faz pensar
    Any não desapareça. Forte abraço.

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