16 novembro 2011

Promoção

Gente tenho novidade!!

Como já disse no blog estou a termino do Livro _Segredos Perdidos_  . Um livro de poesias, poemas e pensamentos. Esse livro é um trabalho que eu e minha amiga Ananda estamos trabalhando. O livro é um projeto duplo " Separada em duas seções, uma seção será  com os poemas da Ananda e a outra seção será minha!"-- A novidade é que agente está querendo inserir uma nova seção. A seção dos Segredos achados. rsrs .

Você poeta, gostaria de lhe comunicar que estaremos abrindo uma oportunidade para o seu poema constar no nosso livro.  Será um mini concurso de poesias. Você envia sua poesia para o meu e-mail ( anhymenires@hotmail.com ), será selecionado alguns poemas para votação no blog. Os poemas mais votados estarão no livro.

Para partcipar é muito facil, basta preencher as informações abaixo.


Nome:
Pseudônimo: 
Cpf:
Estado:
Endereço:
Telefone:
E-mail: 

Poesia


Afirmo que este poema é obra de minha autoria, me resonsabilizando pessoalmente contra qualquer declaração em contrário.
Duvidas consulte-nos pelo e-mail.
Divulge  e participe!!
Você não pode perder essa oportunidade!

10 novembro 2011

Para atravessar o MAr

Antes Você Precisa Crer  

É preciso molhar os pés pra que o milagre aconteça
e tocar Suas vestes pra sentir o Seu poder.
É preciso erguer bem alto o machado
pra que o sacrifício apareça,
e esperar por muitos anos até que a chuva desça.

Para atravessar o mar, coloque o pé na água.
Pra chegar ao outro lado, você precisa acreditar.
Deus quer abrir o mar para você,
mas antes, você precisa crer.

É preciso mergulhar a sétima vez
e clamar mais alto que o mundo para então voltar a ver.
É preciso crer na cruz pra tornar-se um novo ser,
esperar só mais um pouco até ver Jesus descer.

Sem fé, impossível é achegar-se a Deus. Pela fé os teus pés irão tocar terra firme no meio do mar.

09 novembro 2011

Ajuda

Olá GAlera.

VEnho pedir a ajuda de vocÊs!

Estou participandoCONCURSO BRASILEIRO DE POEMAS DA MEIRA LOPES EDITORA.
Preciso da ajuda de vocÇes.
Gostaria que voces clicasse no link a seguir e votasse no poemas ALém da MOrte de Anhy Menires. E após a votação voce fizesse um comentário sobre o poema.. Porfavor. Voce estará prestando uma grande ajuda pra mim.

Aguardo vossa ajuda e OBrigado pela atenção.

04 novembro 2011

O ladrão de maçã.


O ladrão de maçã.
- o que foi filho?
O menino chorando, com as mãos sujas de terra, correu ao encontro da mãe.
- Minha maçã. Roubaram minha maçã.
- Eu te falei para você ficar quietinho lá na escadinha
- O menino veio e pediu um pedaço, eu não dei, ele me tomou e saiu correndo.
- como ele era?
- Feio, usava um boné preto, cabelo grande, olhos azuis.
- ele estava com mais meninos?
- não, era só ele.
A mãe toma as providencias cabíveis e Meia hora depois o guarda municipal traz o menino.
- olha aqui, o delinquente de maçã. Ele já faz isso há muito tempo. Temos aqui um futuro bandido.
- Foi você que pegou a maçã do meu filho?
O menino baixou a cabeça, e com os dedos dos pés faziam um desenho no chão empoeirado.
 - moleque, estou falando com você.
O menino parecia não se importar. Quando o guarda deu um tapinha forte na cabeça do menino.
- Responde delinquente.
- Veja só como esta nosso país, uma criança dessa idade e já é ladrão. Pelo jeito, esse menino não tem um futuro brilhante.
- Se o país está assim, a culpa também é sua.
- como é que é?
- Sou um ladrão de maçã não porque eu quero, mas porque eu não tenho o que comer. Eu pedi um pedaço de maça para ele, ele me ignorou, disse para eu sair perto dele, eu estava com fome, peguei a maçã e sai de perto dele.
- você rouba e coloca a culpa em meu filho?
- Eu vivo na rua, nunca tive pai nem mãe, nunca tive uma casa, nem brinquedo, mas tenho vontade. Vontade de poder pegar um ônibus e ir à escola, vontade de segurar na mão de um adulto sabendo que ele vai me proteger, vontade de ganhar um pouco de atenção ou uma maçã.
- Eu não tenho nada haver com seus problemas.
- Não me chame de ladrão ou que eu não tenho um bom futuro. Eu ainda tenho esperança que tudo vai mudar. Eu sei que é errado roubar maçãs de crianças que poderiam ser minhas amigas. Mais eu tenho fome, desejos, sonhos, eu quero coisas que todos os dias vocês jogam fora, eu quero o abraço que vocês não se importam. Eu quero mais que maçã.
A mulher já estava abismada com o que o menino dizia.
- eu roubo maçã, mas se eu pudesse roubaria o amor que vocês desperdiçam, roubaria um pouco de colo. Mesmo que fossem restos, mas é melhor que viver nessa solidão, onde só ganho restos de comida, e às vezes tenho que rouba-las para ter. Não sou o ladrão de maçãs, sou o ladrão de sonhos, sonhos que a vida já tirou de mim, eu estou apenas pegando de volta.
A mulher não se conteve e lacrimejou o guarda já o havia soltado e o menino doou suas duas maçãs que estavam na mão, então a mulher agachou-se e abriu os braços, oferecendo ao ladrão de maçãs, o que ele mais deseja roubar, mas que nunca conseguiria, pois era impossível, um abraço esperançoso, e cheio de sentimento.
- desculpa, desculpa, desculpa.
A mulher soluçava no ouvido do menino.
- Eu sou mais que um ladrão de maçã.
- eu sei disso, não quis lhe julgar, mas o fiz, então me Perdoa, desconhecia os motivos pelo qual você cometia tal erro.
Ele continuou, como se ele mesmo estivesse forçando a acreditar no que dizia.
- Sou mais que um ladrão de maçãs.
Após alguns minutos. A mulher levantou e disse ao guarda.
- Encaminhe esse menino a um orfanato e me passe o endereço, vou adota-lo.
O Guarda ficou surpreso com aquele pedido.
- Ele é um ladrão.
- Ele é mais que um ladrão de maçã, ele é um ladrão de sonhos, não quero repetir o mesmo erro duas vezes.
-Soube do seu filho mais velho.
- então faça o que lhe peço.
Ela novamente se agachou ao menino e sussurrou
- Vai dá tudo certo. Você vai resgatar seus sonhos outra vez.

01 novembro 2011

Um Estranho Perdido


Um estranho perdido


O céu perdia o brilho das estrelas, nuvens carregadas tomavam o céu, a brisa que refrescava estava congelando, em cada segundo o céu ficava mais escuro e eu me via mais só, imaginei ser apenas mais uma tempestade, esperei por horas e ela não quis passar. Decidi buscar um lugar seguro, o medo era minha única companhia, senti uma gota de água no meu rosto, ainda não eram minhas lagrimas. Determinado momento não consegui ver nada além dos relâmpagos que cortavam o céu, não ouvia nada além dos trovões que me amedrontavam, Sem rumo fui procurar casas de pessoas que afirmaram está sempre comigo, mas só vi casas trancadas, notei a Tv ligada e altas risadas, já sem esperança abracei a mim mesmo e me encostei em um dos muros que eu havia comprado para me proteger, começo a imaginar tantas coisas que deveria ter feito e fui negligente,  reconheci meus erros, foi quando minhas lagrimas se misturaram as gotas de chuva que descia na minha face, um relâmpago estranho cortou o céu, ele ia de uma extremidade a outra deixando meu nome, e um anjo apareceu com uma coluna de fogo em uma mão e na outra um livro preto. Mais um trovão enunciou meu medo, fiquei em duvida parecia um trovão, mas era alguém falando comigo, perguntou-me Quem és tu?


Rapidamente recordei dos anos de faculdade, dos livros de filosofias que estudei, das lindas frases consagradas de poetas, mas tudo parecia nada, na verdade não consegui falar nada a esse respeito, pois nunca havia dedicado tempo para isso, tinha outras coisas mais interessantes para fazer, depois de muito tempo meu medo aumentou e eu disse que não sabia, meu medo foi maior, meus lábios tremia, eu estava só, a voz voltou a falar dizendo: o foco não é você, o propósito de sua vida é muito maior que sua realização pessoal, te trouxe nesse mundo com um propósito. Então o anjo me entregou o livro de capa preta e ao tocá-lo a chuva em um só tempo parou e as nuvens começaram a desaparecer, o anjo sumiu junto com a voz e o fogo, as enormes casas ainda estavam lá, foi quando percebi que o lugar que eu estava era minha vida. Foi quando me senti um estranho perdido. Tanto diplomas, amigos, dinheiro, sucesso, prestigio, mas que me deixaram só e impotente diante de uma simples pergunta, Eu descobri que na minha própria vida eu era uma estranho perdido