20 julho 2011

Um poema de


Espaço destinado a qualquer pessoa que queria colocar seu poema no blog.
Como gostaria de poder não ser tão medroso ou orgulhoso e ter coragem de ligar e tentar explicar o inexplicável, justificar o injustificável, na vã tentativa de sensibilizá-la com seus motivos e fazê-la enxergar que seu amor era o que de mais puro poderia haver. Teve vontade de ligar como da primeira vez, com a simples intenção de ouvir sua voz dizendo ‘alô’, mas na mesma intensidade teve medo.
“Não o medo puro de ser incompreendido, mas o de, ouvindo sua voz, alimentar ainda mais uma paixão fadada ao ostracismo, ao esquecimento, a figurar para sempre no limbo de sua memória.”

Maurício Porto - O Mundo de Vidro

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